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Radiações Não-Ionizantes e seus efeitos sobre a saúde
Por PY2EZL
Ralph Robert Heinrich
ralphrh@terra.com.br
 
 


Nas últimas décadas, o uso de dispositivos que utilizam ondas de rádio teve um crescimento considerável. Essa proliferação ficou visível ao público em geral, com a implantação maciça de estações do sistema móvel celular e foi acompanhada pelo aumento da preocupação a respeito dos possíveis efeitos nocivos à saúde. Como resultado, em todo o mundo muitas organizações governamentais e não-governamentais procuraram estabelecer recomendações para os limites de segurança para a exposição a esse tipo de radiação eletromagnética, conhecida como não-ionizante. Neste mês de julho de 2002, a Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel publicou a Resolução no. 303, que define limites e estabelece providências a respeito deste assunto. Parte dessa regulamentação aborda a questão relativa ao serviço de radioamador. Vamos aqui tratar dessa questão em três partes: primeiro trazendo algum esclarecimento básico sobre o assunto, depois visitando um interessante relatório emitido pela FCC (“Federal Communication Comission”) sobre experimentos realizados em estações de radioamadores e, por último, analisando a resolução recentemente publicada pela Anatel e suas conseqüências no nosso dia-a-dia como radioamadores.


PARTE I - Conceitos Básicos Sobre Radiações Não-Ionizantes e seus Efeitos Potenciais sobre a Saúde Humana.

PARTE II - Análise do Reltório: "Medições de Campos Eletromagnéticos ambientais em Estações de Radioamadores"


Ralph Robert Heinrich - PY2EZL (1969), engenheiro em telecomunicações pela UNICAMP (1978), pesquisador em telecomunicações no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações – Fundação CPqD (1977), é professor de Propagação e Antenas, Microondas e Eletrônica nos cursos de telecomunicações da UNISAL (Americana-SP).


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