Anatel identifica fonte de interferência em radar da aeronáutica
Publicado 13. Jan, 2012 por PY2JF - João Roberto como Artigos
Por PY2GOD – Edgard Pakes
Em agosto do ano de 2006, chegou ao escritório regional da Anatel em São Paulo um comunicado da aeronáutica solicitando, com a máxima urgência a eliminação de fonte de interferência na frequência de 1090 MHz, que é utilizada pelo radar secundário localizado na Avenida Sapopemba 19988. Tal urgência se dava pelo fato da interferência ser visualizada na tela daquela estação como um borrão em todo o setor compreendido entre os azimutes 274° e 278°.

Estação Radar
Para melhor compreender este caso de interferência, cabe aqui explicar, embora superficialmente, sobre os sistemas de radar e de sua complexidade. Radares dos tipos primários e secundários são utilizados pela aeronáutica para a localização e obtenção de dados de vôo, respectivamente, das aeronaves que voam em espaço aéreo controlado.
O radar primário opera em frequência única de 1015 MHz e sua função é determinar a distância das aeronaves em relação à posição da estação radar. Para isso, envia pulsos eletromagnéticos de curta duração na ordem de MW (Megawatts) e recebe os ecos destes pulsos. Conhecida a velocidade de propagação da onda eletromagnética (c=300.000 Km/s) e o tempo entre a transmissão de um pulso e a recepção de seu eco (t), a distância é então determinada (e=c*t/2).
Diferente do radar primário, o radar secundário opera nas frequências de 1030 e 1090 MHz. Sua função é obter a altitude e a identificação das aeronaves, entre outros dados de vôo. Para isso, transmite um código digital de interrogação na freqüência de 1030 MHz para as eronaves, nas quais o equipamento transponder recebe, decodifica esta interrogação, gera uma resposta codificada com as informações requisitadas e transmite para o radar secundário em 1090 MHz. As antenas destes radares são rotativas, direcionais, de altíssimo ganho e feixe muito estreito. Seus lóbulos de irradiação principais tem a forma de um cone que se abre em direção ao alvo. Apesar de funções diferentes, as antenas dos radares primário e secundário são co-localizadas umas sobre as outras girando simultaneamente no mesmo eixo. Isso possibilita a sincronia das informações obtidas por ambos os sistemas numa mesma tela de monitoramento.
Ou seja, o controlador de vôo visualiza as informações de posição ao lado dos dados da aeronave (altitude, prefixo, companhia, velocidades horizontal e vertical, etc.). Um sistema integrado, composto por várias estações radar, possibilita a cobertura de um grande espaço aéreo, pois o alcance de uma única estação radar é limitado. O resultado desta composição forma o controle de tráfego aéreo de uma região. O tratamento deste caso de interferência foi iniciado de imediato e a equipe de fiscalização foi até a estação radar interferida com a Unidade móvel de Radiomonitoragem – UMR.
Basicamente, a UMR é uma van, cujos equipamentos embarcados se destinam a realização de análise espectral e identificação da direção de origem dos sinais radioelétricos (radiogoniometria). Na análise espectral observamos apenas a presença de rajadas de sinal características da emissão dos transponders, das aeronaves em tráfego na região, fato este que dificultava a investigação. Considerando que a antena do radar estava a mais de 30 metros de altura, fomos até o topo da torre com um analisador de espectro portátil e uma antena diretiva, mas nada constatamos.
Como a direção do sinal interferente em relação à antena do radar era conhecida e sua recepção era constante, optamos em utilizar a própria antena do radar secundário para a monitoração da possível fonte interferente. Com o auxílio de dois sub-oficias da aeronáutica, rádios comunicadores e analisador de espectro conectado ao guia de onda da antena, rotacionamos manualmente a antena até próximo dos azimutes informados. Ao meu comando pelo rádio, os sub-oficiais fizeram um “vai-e-volta” com a antena e pudemos então visualizar uma portadora constante e de características diferentes dos sinais dos transponders.
Apesar da baixa intensidade desses sinais, foi possível identificar que estava presente ali um sinal de vídeo em 1087 MHz invadindo a extremidade de frequências mais baixas da janela de 6 MHz de recepção do radar secundário. Ajustamos o analisador para demodular vídeo e áudio e conseguimos uma imagem, embora sem sincronismo horizontal. Nenhuma informação audível foi percebida. No dia seguinte, retornamos a estação radar com a UMR, o analisador de espectro e outra ferramenta que nos auxiliou muito. Uma rota sobre a qual deveríamos passar produzida em papel com imagens selecionadas no Google Earth, partindo da estação radar e seguindo no azimute 276°.
Até o final da tarde, sem nenhum sucesso, já havíamos percorrido 2 Km sobre a rota. “Costurar” toda a região, em baixa velocidade, em lugares de difícil acesso com uma van de três toneladas é muito complicado. De retorno ao escritório da Anatel, seguimos atentos na monitoração do espectro. Foi então que passando por um ponto da Avenida Sapopemba percebemos pela primeira vez por um breve instante que o analisador de espectro ficara sensível a um sinal, que logo desapareceu.
Pairava a dúvida se era o que procurávamos. No dia seguinte, retornamos a este local e lá reiniciamos a radiomonitoragem. Pelo acostamento da avenida a unidade móvel foi lentamente manobrada e tivemos a felicidade de visualizar e manter um sinal no espectro, inclusive com indicação de direção no goniômetro. Naquele mesmo instante decidimos seguir para a direção indicada, embora quase às cegas, pois assim que iniciamos o deslocamento perdemos o sinal. Fazendo a triangulação com a rota traçada pelo Google Earth e a direção apontada pelo goniômetro, concluímos para onde deveríamos ir.
Em questão de pouco mais de duas horas avançamos o suficiente para captar um sinal constante na tela da UMR, embora sem visualizá-lo no analisador. Enfim, para nossa alegria, conseguimos uma imagem no analisador de espectro. Era um portão de rua e entrada de garagem que estava sendo monitorado. Não havia mais dúvida quanto nossa suspeita. Estávamos próximos de encontrar a fonte interferente. O goniômetro apontava para o centro de um quarteirão, mas enquanto circulávamos tentávamos encontrar o tal portão que víamos na tela do analisador. Enfim, percebemos que a residência a qual buscávamos não estava na rua, mas sim numa pequena viela para dentro do quarteirão. Para positivarmos, outro servidor da equipe de fiscalização foi até a frente da residência suspeita para que eu pudesse visualizá-lo na tela do analisador.

Câmera que interferia no Radar
Devido o comprometimento da interferência, a estação de radar não estava operando e neste caso voltamos ao local pela manhã do dia seguinte. Assim que chegamos à residência, fomos atendidos pela moradora, que logo se prontificou em chamar seu marido, o qual havia instalado a câmera, mas que não se encontrava lá. Já na presença dele, relatamos a interferência e o grau de gravidade, pois se tratava de interferência prejudicial com risco a vida. O proprietário do equipamento se prontificou em desligá-la, embora não acreditando na possibilidade de que sua “inofensiva” câmera estivesse interferindo num sistema tão complexo como o radar, e de que estávamos rastreando o sinal por quatro dias.
Enquanto procedíamos com a lacração do equipamento e elaboração do auto de infração, contatamos o setor de telecomunicações da aeronáutica e solicitamos que se verificasse o desaparecimento da interferência. Um sub-oficial que se encontrava na estação radar confirmou que o borrão havia desaparecido. A potência do transmissor desta câmera de vigilância era de 50 mW (isso mesmo, 50 miliwatts!) conforme verificada no selo do minúsculo equipamento. A faixa de frequências de operação varia entre 900 MHz e 1200 MHz. O alcance obtido pelo receptor que o acompanha, não passa de 200 metros. A antena utilizada era um monopolo vertical conectado no próprio transmissor. A altura que o equipamento estava instalado era em torno de 2,5 metros.
Tal transmissor de vídeo e áudio não certificado e não homologado pela Anatel, foi comprado no mercado eletrônico de São Paulo. A pessoa que o comprou e o instalou, apesar de demonstrar um conhecimento técnico, desconhecia o potencial ofensivo daquele equipamento. Sua pequena potencia poderia ter causado danos irreparáveis, pois afetava o Controle do Espaço Aéreo. A estação radar interferida dista aproximadamente 5500 metros do local onde estava instalada a câmera de vigilância.
A lição que aprendemos deste artigo é de que devemos estar atentos ao adquirir qualquer aparelho que irradie rádio frequência, seja uma simples câmera de vigilância, seja uma simples babá eletrônica, que embora ainda não se tenha verificado que interfira em radar aeronáutico, foi por vezes constatado que interfere na telefonia celular. Existem equipamentos no mercado que podem ser adquiridos e utilizados com tranquilidade. Tais equipamentos são aqueles que estão em conformidade com as normas brasileiras e devem obrigatoriamente ser homologados pela Anatel. Em caso de dúvidas, sempre é bom consultar o site da Anatel no link “produtos certificados e homologados”. Restando ainda dúvidas, é só ligar 1331 ou se dirigir até o escritório mais próximo da Anatel.

Tela do analisador de espectro com sinal interferente e sinais de transponder
Edgard é Técnico em Regulação de Serviços Públicos de Telecomunicações e atua no SGME – Sistema de Gestão de Monitoramento de Espectro do Escritório Regional da Anatel de São Paulo. Ele pode ser contactado através do email: edgardp@anatel.gov.br


Fabio Henrique Quaglia PU2NHF
Jan 15th, 2012
O grande problema de se utilizar equipamentos nao homologados pela Anatel , esta cheio de porcaria no mercado.
sauldavi
Mar 25th, 2016
Porcaria é o equipamento do Governo. O mais risível é como um país como este pode se dizer potência regional, se uma simples câmera interfere em um Radar, que no mínimo deve ser ultrapassado e se não for, que equipamento pode ser interferido por um simples equipamento desses, imaginem o que pode sofrer em um ataque sério de um país inimigo.
Jeverson
Jan 15th, 2012
Ai ai ai… Se este equipamento funcionar, ou melhor dizendo se ele entrar em funcionamento a labre-pr e grande parte de seus mais devotados socios seram desmascarados… Adeus a turma do “galinheirao” em 146.510mhz e 439.980mhz.Espero que por se tratar de um orgao regulatorio, como na politica nao haja o protecionismo dos “qrmistas” e da turma do “galinze”…(eh exatamente assim mesmo com esta escrito que ele eh conhecido)…e seu grupinho de plagiadores…
Jeverson
Jan 16th, 2012
…ao meu comentario deixo claro que me refiro ao link UMR na materia publicada ao lado…
jc
Feb 20th, 2012
ate o garninze esta qui.,……….kkkkkkkkkkk
Marcos Data
Mar 17th, 2012
Pois vejam que trabalho danado para resolver um problema de segurança nacional causado por interferência eletromagnética.Bom,agora e se fosse uma interferência sobre uma estação de radioamador? Será que teriam se empenhado tanto como foi o caso do radar? Ou ja chegariam crucificando o radioamador por “N” coisas bizarras?
Marcos Data
Mar 17th, 2012
Em Cachoeiro de Itapemirim-ES tem pelo menos 6 repetidores de VHF comercial TOTALMENTE CLANDESTINOS, duas emissoras operando apenas com outorga, e 3 emissoras com link de 900 mhz sem ser licenciado, um canal 5 de RTV fora do ar a mais de 2 anos mas com ruído no espectro, fora as irregularidades nas estações de OM FM TV e RTV com seus harmônicos e espúrias. Isso na maior cidade do Sul do Espirito Santo. Isso eu sinceramente não compreendo.Anatel nada faz.
Walter
Mar 20th, 2012
Acham uma interferência de camera, mas não pegam nenhum Pitimbador do VHF, como aquele véio de Embú Guaçú que todo mundo já sabe, menos o Anatel…..é que Radioamador nunca foi e nem será prioridade para o Anatel !!!
Indignado
Mar 20th, 2012
Ultimamente a coisa esta feia pois se vc denuncia a antel vem é na sua casa e não na casa do Tal Pitimbador tem é que fazer denuncia anonima.. em Jacarei e São Jose dos Campos a coisa Ta feia 146,500 mhz um tal de Bob esponja esta acabando com os “radioamadores”
Acorda Anatel !!!!!!!!!!
Andres Luciano Guerra Tumang PY2FJ
Mar 22nd, 2012
Bem, não duvido quando se trata de RF, tudo pode acontecer, é loucura ondar se reflete aliatoriamente de acordo com ahá antena é instalada e posicionada…Talvez um dia possamos ter um equipamento que visualize estes campos de RF, ai sim poderemos pegar um fio de arame posicionalo e indentificarmos um sinal por exemplo de RJ em VHF , posicionalo e recebelo e transmitir.
Por um acaso aconteceu com migo uma VEZ, com um quadra cubica de 11 MTrs, ela esfarelou no meu telhado, e so recebia CIDADE de REZENDE no RJ 24 HORAS por dia, mechi nunca mais recebi.
73.
AC
Mar 22nd, 2012
Quatro dias para localizar uma interferência constante, é por aí que os galinze/garnize vingam.
Antonio Celso S. B. Almeida
Mar 22nd, 2012
Parabéns a equipe da ANATEL, comandada pelo Edgard, PY2OOO, e demais componentes da UMR (UNIDADE MÓVEL DE RADIOMONITORAGEM), e demais oficiais da Aeronáutica, que, depois destes dias de muito trabalho até a localização do equipamento gerador de interferências, conseguiram dar fim a um problema seríssimo o qual interferia no radar aéreo.
Aproveito esta oportunidade para solicitar a ANATEL, através do amigo, Edgard, que façam o maior esforço possível para trabalharem também aqui no interior do Estado de São Paulo, onde estamos tendo dezenas e dezenas de interferências(portadoras), nas frequências destinadas ao Radioamadorismo.
Esperamos poder contar com as atenções dos prezados amigos.
Atenciosamente.
Antonio Celso-PU2LZK – LIMEIRA-SP.
PU7TRB
Apr 14th, 2012
Bom saber disso, por mais uma pra mostrar há alguns amigos que insistem em adquirir produtos sem certificado de homologaçao (celulare e etc.), boa materia, pois é, a pessoa que comprou não tinha sequer a intenção em causar danos e interferência aos sistemas de telecomunicações, mais sempre fico aconselhando alguns amigos ao q adquirirem equipamentos eletronicos que só comprem se tiver o selo de homologação da anatel, pois, pessoas que desconhecem o perigo acabam por adquirir celulares e equipamentos de transmissão sem o devido cuidado em avaliar o certificado de homologação e acabam colocando a vida de pessoas em risco.
falcão
Apr 14th, 2012
pessoal a anatel só vai atrás de rádio amador quando ele pertuba algum orgão público, mais pirata e/ou rádio amador pertubando radio amador, podem esperar assim como diz o velho ditado popular “que é mais facil a galinha criar dente” do que a anatel atender uma denuncia de radio amadoar. kkkkk.
Flavio Bastos
Apr 25th, 2012
Bom dia.
Ótimo trabalho da equipe da Anatel, estão de parabéns.
Gostaria de saber quais as consequências para o sujeito que causou a interferência. Será se ele colocar uma câmera homologada não irá causar interferência? Pois como explicado na matéria essas antenas (de radar) tem característica muito peculiares, e na minha humilde opinião não deveriam estar instaladas em grandes centros populacionais e sim em lugares afastados pois trabalham com alta potência.
Fraterno 73
Flavio Bastos
Mariano André Anderson
May 4th, 2012
Olá!
Li a matéria achei muito interessante. Sou técnico de manutenção em sistemas de navegação aérea e posso afirmar que os equipamentos são delicados, pois utilizam frequencias e potências, além da alta sensibilidade de recepção, que permitem comunicações e troca de informações à distâncias muito grandes. Muitas interferências são causadas, como relatado na matérias, de forma involuntária e sempre ficaremos pensando: “-Será que interfere mesmo?”
Já a questão relacionada aos radioamadores, em especial aqueles que investem em equipamentos e tempo apenas para “prejudicar” os que estão usando as faixas de maneira adequada , não há o que fazer, na minha opinião é uma questão de cultura, pois não acredito que alguém pensa assim: vou comprar um rádio, uma antena, vou instalar tudo pra me divertir irritando os radioamadores. Acredito que a pessoa que passa a “prejudicar” as faixas de radioamadorismo, o fazem para chamar atenção de alguma maneira, quando o mais adequado seria procurar ajuda profissional para resolver seus problemas pessoais e, quem sabe, usar a faixa para fazer novas amizades e aprender com as experiências dos colegas de rádio.
Bem, este é um assunto que pode gerar polêmica e como não é minha intensão, fico por aqui.
Um grande abraço a todos.
Mariano
PU3MAN/PX3D6119
jose camargo
May 19th, 2012
Conforme esse relato parece que não houve má fé do morador que instalou a tal cãmera que inrferia no radar. Dai acho uma agressão (embora na lei) lavrar multa e causar complicação ao comprador inocente. Mais digno de castigo seria o fabricante desse equipamento. Quanto a denuncias, é vero que ANATEL aparece na casa do denunciante identificado e não no interferente. Sem contar o fato que se todos radio amadores tiverem uma visita mais especifica, vera a ANATEL que ha muitos equipamentos não homologados na casa desses cidadãos.
jose camargo
May 19th, 2012
Interessante assunto interferencia em radar. Sem sentido punir quem sem má fé instalou essa cãmera.Melhor seria punir quem fabricou esse equipamento, nem loja que vendeu tem culpa primaria. Quanto a denuncia de interferentes ANATEL deveria ir a o denunciado e s´depois ao denunciante para ver se ele tambem não esta em infração. Se todos radio amadores legais forem examinados veremos que 90% deles possuem aparelhos ou perifericos não homologados pea ANATEL.
EURIPEDES DE SOUZA NEVES PP2 BBD GOIANIA,GO.
Aug 19th, 2012
ÓTIMA ESTA MATERIA, DEVERIAM POR MAIS EXEMPLOS ASSIM, NOTA 1000.
Taufik Cznykh
Aug 25th, 2012
Barbaridade, tchê! Taí, mais que constatado, que na faixa de 900/1200mHz, um transmissorzinho de 50mW de potência, conectado a uma monopolo vertical, a menos de 3 metros do chão, causa ‘estragos’ em uma estação de radar localizada a mais de 5 km da fonte de interferência. E ainda tem gente por aí que acha que tem de manter suas lineares ligadas, poluindo o espectro. QRP neles!
PU2OMP
Sep 5th, 2012
Fantástico.
Pelo menos nas questões envolvendo risco de vida e ao patrimônio a Anatel esta atuando; Menos mal.
João sujiro destacar novamente em review matéria sobre os equipamentos utiizados pela Anatel na fiscalização de emissões clandestinas. Mesmo sendo matéria antiga, ainda hoje é do interese da maioria e os equipamentos mostrados eram realmente bem avançados, acredito eu que ainda estejam na vanguarda mesmo não tendo avído atualização. Caso houve, fica a deixa para nova matéria.
O que acha?
Flávio PY2WHO
Sep 9th, 2012
Pois é, nada disso seria necessário se houvesse uma fiscalização alfandegária eficiente e idônea.
gilson urbano
Oct 10th, 2012
bom dia moro na região de São Jose do Rio Preto – SP na cidade de Potirendaba e de estou com um problema serio a minha TV quando chega por volta das 19:30 h a TV TEM que e afiliada a rede globo fica impossível de assistir e uma interferência insuportável no entanto e só este canal e neste horário porque no restante do dia a TV TEM fica normal o que pode ser?
PY2JF
Oct 10th, 2012
Isso é diariamente, sempre exatamente nesse horário, ou as vezes não tem a interferência?
Se for precisamente no mesmo horário, é pouco provável que seja algum radioamador. Pode ser alguma máqiuna industrial ou qualquer outra coisa que é ligada nesse horário e está causando a interfência.
Se for em horário diferentes, além das opções acima, pode ser algum radioamador ou mesmo PX. Se for um desses dois, tente olhar na vizinhança se existe alguma antena característica de rádio. Caso positivo, tente falar com a pessoa para que possam resolver o problema juntos. Se for radioamador, certamente ele tentará encontrar uma solução.
Apenas tenha certeza que sua TV está em perfeitas condições, bem como uma boa antena e bem instalada, e que não esteja usando booster.
Se estiver usando booster, desligue a alimentação dele e veja se resolve. Esses aparelhos são muito mal feitos e normalmente amplia mais do que deve.
Boa sorte.
sauldavi
Mar 13th, 2016
O mais risível é como um país como este pode se dizer potência regional, se uma simples câmera interfere em um Radar, que no mínimo deve ser ultrapassado e se não for, que equipamento pode ser interferido por um simples equipamento desses, imaginem o que pode sofree em um ataque sério de um país inimigo.